O vento que passou forte levou com ele o engano
Diminui então o passo, respira e segue
Entregue ao mundo, com a alma em compasso
Alternando ardor e calma
Entregue ao mundo, com a alma em compasso
Alternando ardor e calma
Com calma contempla o mar, cinza e escuro
Ainda não reflete o céu, que timidamente clareia
Dentro de si o ardor é o da certeza
Dissipando os grãos de areia dos olhos
Prossegue lentamente porem firme
A luz do sol pegando força
O cansaço, a sede, a fome...
Não é o mais importante agora
Ainda não reflete o céu, que timidamente clareia
Dentro de si o ardor é o da certeza
Dissipando os grãos de areia dos olhos
Prossegue lentamente porem firme
A luz do sol pegando força
O cansaço, a sede, a fome...
Não é o mais importante agora
Os flashes da memoria vão se acomodando
Junto às nuvens que se formam, transparentes
Já consegue definir seus traços
Bem como o que ora sente
Uma pausa para a corpo cansado
Nos altos e baixos, nas intemperies do vento
Recebe como um alento
Essa artimanha do tempo
Entregue ao mundo
Bem como o que ora sente
Uma pausa para a corpo cansado
Nos altos e baixos, nas intemperies do vento
Recebe como um alento
Essa artimanha do tempo
Entregue ao mundo
Se aninha em seu colo
Esse breve descanso
Esse bem-vindo acalento.
Esse breve descanso
Esse bem-vindo acalento.
Denise Alves de Toledo
* quadro Ventania, de Antônio Parreiras - 1888



Minha querida amiga de infância Denise Toledo, pois era assim que éramos conhecidas, pelo nome e sobrenome. Quando te achei fiquei super emocionada, pois tenho tentado encontrar nossas amigas do tempo do Santa Marcelina, mas não tinhamos tantos meios como hoje. Foi através do facebook que encontrei a Thais dos Santos Dupré que me encaminhou uma foto da 2ª série, e vc estava dentre elas. Recordo como éramos bagunceiras, tenho saudades de tudo. Vamos manter contato. Um grande beijo à vc querida !!! Fica com Deus, de quem não esquece das amigas, Fatima Regina Pereira Alves.
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