
Preparada e concentrada (agora vejo que nem tanto, hehehe!) para escrever um texto sobre as mazelas egóicas da humanidade civilizada, pinço uma pérola da outrora exuberante atriz italiana Sophia Loren, comentando sobre a sensação de atuar ao lado de Daniel Day-Lewis em seu novo filme, o musical "Nine".
O filme é um remake do magnífico clássico "8 e meio", de Federico Fellini e traz um elenco de peso hollywoodiano, com Fergie, Nicole Kidman, Penelope Cruz e Marion Cotillard, alem de- claro- ele, Daniel Day-Lewis!
E marca a volta do diretor Rob Marshall aos musicais.
A historia é a de um diretor de cinema que tenta terminar seu novo filme e conciliar seu trabalho às mulheres de sua vida. Muitas.
Aí, não resisti e reproduzo o que disse a diva sobre esse intrigante e maravilhoso ator. De personalidade esquizotípica, quase enlouqueceu mulheres lindas, atrizes 'poderosas' como Isabelle Adjani e Juliette Binoche. Reza a lenda que ele passou a vida, entre uma atuação perfeita e um Oscar ou outro, colocando sua mochila no ombro, quando se enfadava de si mesmo e das pessoas e caindo sozinho mundo afora, para 'arejar'... Assim, sem avisar, 'quebrava', se recompunha e depois de um tempo voltava. Um privilegiado, ele. Quando a loucura ameaçava aprisionar, buscava a liberdade da solidão.
Adoro este ator, já o homem acho lindo mas parece ser um perigo!
Parece tambem ser a opinião da ainda altiva - e sábia! - Sophia Loren, que conta, do alto de seus 59 anos de carreira ter se sentido 'incomodada' ao trabalhar com o ator.
E fala sobre ele: "Daniel é incrível. Hipnótico, mágico, lindo e brilhante. Mas tambem muito assustador. Toda vez que fazíamos uma cena, ele era tão profundo e real que quase me intimidava."
Quase, Loren?
Abaixo, um pouco de pura intimidação...!
Denise Alves de Toledo



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