TUDO, ALIÁS, É A PONTA DE UM MISTÉRIO
HÁ RAZÕES E RASÕES
VIVER É IMPOSSÍVEL...

Guimarães Rosa

10 setembro 2010

Não Pertenço (uma visão fenomenológica)



Eu sou livre
Eu tenho o direito de me construir
Apesar da angústia de ser só
Por essa angústia de existir só
Eu sou livre

Quero dar o meu sentido
O olhar de mais ninguem
Não decidi começar
Lançado à sorte sem saber pra onde
Que seja autêntica, pois, minha existência

Não escolho fugir, quero encontrar
Não sou massa, não me dissolvo
Não sou pedaços
Não me perco de mim

Meu amparo sou eu mesmo
Na profundidade de me re-conhecer
É no agora, a busca eterna
A liberdade é minha sina.


Um comentário:

  1. Dê voce, como sempre, tem a palavra afinadíssima. Foi fundo hein? Adoro Edna

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