


HAPPY TOGHETER!!!
Juntavam seus filhos e no total dava cinco. Três meninos e duas meninas, todos lindos, cada um de uma cor!Considerando-se o ar de alegria em seus rostos, tambem, então o numero aumentava para sete.
Sete alminhas puras, brincando ingenuamente -e tão felizes!- numa tarde de sol, céu azul demais da conta e sobremesas geladas e cheias de calda doce.
Os sorrisos no rosto e as bochechas vermelhas expressavam seu vigor, e abraços e beijinhos eram distribuídos generosamente, a todo momento.
Bonito de se ver! O invejoso, certamente morderia os lábios...Nem seria notado, porem, é verdade. Ali imperava o amor e a aura que os circundava protegia-os de qualquer coisa ruim.
Nunca choveria ali, os carros já não passavam, gente triste se alegraria, os ladrões nem se atreviam...
E as rodas eram feitas de cantoria, afinadas pelo espírito de união que ali havia.
As mais simples brincadeiras, pega-pega, pular corda, empinar pipa, amarelinha, desenhos com giz no chão...Eram entremeadas com gargalhadas, tão espontâneas e animadas que deviam ser ouvidas no céu e contagiar a todos os anjos. Bem, mais certo é que os anjos deviam é estar lá, regendo toda a orquestra.
Os dois sorriam, um para o outro, cúmplices naquela celebração, de vida e de amor, fazendo por merecer seu encontro, que juntou tanta gente pequena pelo fato de estarem juntos, e agora estendia isso a tantos outros.
Não enfrentaram juntos a parte mais chata, quando todas aquelas crianças eram tão pequenas e ainda faltava tanto para poderem se expressar de um jeito mais compreensível e pleno, quando tudo tinha que ser menos solto, menos livre e mais serio.
Haviam se conhecido quando as crianças já tinham uma historinha, já haviam passado pelo primeiro começo, já se encontravam um pouco prontas para saber o que é ser feliz!
Com essa sorte, tudo era recheado de gostosuras e 'deliciosidades'...Inclusive falar errado, como era bom!
Ouvir um dos pequenos fazendo um comentario em que a conjugação do verbo se dava na direção contrària às regras gramaticais: -"eu tinha fazido...", "eu se assustei..."- tão bom de ouvir, antes que a ordem das coisas ensine que não pode.
E nesses dias, domingos abençoados que eles decidiram que seriam dedicados ao lazer na rua, ao ar livre, a felicidade se instalava, permeada por um amor que tambem era livre. Pelo respeito que tinham um pelo outro, pela aceitação dos filhos que não eram seus, um prolongamento daquele a quem se ama- verdadeira e incondicionalmente- com quem se quer apenas estar junto. Sem amarras, sem restrições. Sem pressa, sem exigencias. Abertura plena ao amor.
Dividido, somado, acrescentado, multiplicado por mil através daqueles serezinhos que ainda são projetos de gente. Pelo jeito, de gente boa...
E o que é mais importante nessa vida? Do que domingos que unem, a compartilhar um espaço lúdico, conectados com o puro e espontaneo da vida que é brincar! Não fechados numa redoma, mas com todos, abertos ao mundo. Assim, avisaram: - quem quiser pode chegar. A rua é de todos. A liberdade tambem...
E o que era sete, virou dezessete, depois vinte e sete, e mais, e mais...Um pequeno, simples, fraterno e poderoso universo!
Denise Alves de Toledo





AMIGA: adorei td q escreveu, seu bolg tá lindo... Estou agora tbm fazendo parte dele ... sempre passarei aki, pra te ler e sentir um pouquinho vc perto de mim ... é mto bom ler coisas q nos faz crescer e nos dá uma paz ... obg amiga, por ser minha amiga, por existir ... obg meu DEUS por ter colocado uma pessoa como a DÊ no mundo.
ResponderExcluirTe amo mto mana.
Bj no coração.
Carla