
Para que existem lembranças,
Do que saudades?
Que memória,
Onde lapsos,
Estilhaços de vida?...
Irrompem lancinantes
Qual sorriso,
Quando o abraço?
Azul de céu que ali ficou,estancado na imagem
Tão frágil,tão nada!
Como se houvesse tempo,
Acontecimentos,
Momentos que fizessem algum sentido
No instante seguinte ao que a sensação captou...
Passou.
O vento carregou, o ar dissipou
Desintegrou-se no espaço, no escuro se foi...
Sem direção e pra nunca mais
No trajeto infinito e caótico do acaso.
E o homem...
Ridículo em sua pequenez
Aqui fica cismando,
Querendo saber dos porquês
Daquilo que tanto faz como tanto fez!
Denise Alves de Toledo

Esse pequena catarse se deu quando os dias eram estranhos, o excesso de racionalidade esvaziava o sentido das coisas. Um monte de tudo compondo nada. Ora aqui, ora ali...Em nenhum lugar se estava. Vivia-se fragmentos de ser. Passou. Não mais que segundos durou. Já posso sentir, mais que falar por falar, pensar e pensar, fazer por fazer. Alguma ordem no caos...



ei, bem que vc poderia escrever um livro, nao? tenho uma amiga com alguns publicados, ela poderia te dar umas dicas. mto bons os textos! beijocas
ResponderExcluirDe,
ResponderExcluirCom fragmentos fazemos uma colcha, uma casa, uma vida. O importante é continuar vivam inteira, plena. Viva!!!! beijocas em ti, beijocas nos tecos...rsrs