
às vezes como um esboço sem cor (obra de Jackson Pollock)

vão surgindo como música (J. Pollock )

e irrompem em explosão (Pollock)

ou da forma clara de cor vazia

takes me to myself (obra de Kandinski)
cores que não se misturam
ou intensidade que expande
fragmentos (Pollock)
que se unem e revelam (Pollock)
por fim, o que é mais importante, e o fim e o começo:
O que reconheço das cores que me compõem é o artista que as conduz:
meu coração.
Denise Alves de Toledo

François Boucher
Os trabalhos de Pollock, parecem os da Lorena Palmeira (minha filha), vou te mandar um deles.
ResponderExcluiressa menina promete, tenho ceteza disso...me manda, sim, q publico numa postagem.
ResponderExcluirq legal!
bj pr todos.
Dê